Adolescente denuncia que foi estuprada no primeiro dia de estágio em clínica veterinária de Goiânia

Postado terça feira dia 18/02 por lenil de Oliveira

Segundo polícia, garota de 17 anos afirmou que foi abusada por veterinário, que é dono do estabelecimento. Delegada diz que aguarda resultado dos exames e revela que defesa do suspeito já avisou que ele irá se apresentar.

Uma adolescente de 17 anos registrou uma ocorrência na Polícia Civil denunciando que foi estuprada pelo dono de uma clínica veterinária durante o seu primeiro dia de estágio no local, em Goiânia. Ela afirma que foi levada pelo homem para uma sala de descanso, onde o crime aconteceu.

O caso se deu no último domingo (16), no Parque Amazônia. A garota está no 3º ano do ensino médio e faz um curso técnico profissionalizante de auxiliar de veterinária e pet shop. O estágio era em regime de plantão. Por isso, ela iniciou o expediente à noite – o estabelecimento funciona 24h por dia.

Segundo a menina disse à polícia, após o abuso, ela ligou para a família e para o namorado, que foram ao local e acionaram a Polícia Militar. No entanto, o veterinário já havia deixado a clínica. O advogado dele contatou a corporação e informou que ele deve se apresentar para dar esclarecimentos ainda nesta semana.

O caso foi registrado na Delegacia de Proteção à Criança e ao Adolescente (DPCA). De acordo com a delegada Ana Elisa Gomes, a adolescente estranhou a atitude do veterinário logo nas primeiras horas no local.

Ela ficou desconfortável com o comportamento do veterinário, achou que ele era muito invasivo, conversava tocando. Depois de alguns instantes ele deu alguns beijos nela e aquilo a incomodou bastante. Ela chegou a dizer para mãe que estava incomodada com o comportamento do veterinário e algum tempo depois acabou sendo violentada por esse profissional”, afirmou.

Ana Elisa destaca ainda que a garota passou por exame de corpo de delito, mas que os resultados ainda não ficaram prontos.

“Os exames não foram concluídos, são necessários exames complementares até para pesquisa de material biológico. Ela está muito abalada, o trauma é evidente”, pontua.

Ainda conforme a delegada, a clínica possui câmeras de segurança, mas o local onde o abuso teria ocorrido não é monitorado. A adolescente afirmou que o horário em que esteve na clínica – que seria o de seu expediente durante o estágio – é de pouquíssimo movimento.

A polícia deve ouvir familiares da adolescente a partir desta terça-feira (18).

Fonte: g.1 com informações em tempo real notícias atual.

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