Idoso estupra neta da esposa por dois anos dizendo que faria com ela o que pai fazia com a mãe.

Postado quinta feira dia 27/02 por lenil de Oliveira

Um homem de 63 anos foi preso nessa terça-feira (25), acusado de abusar sexualmente de uma criança de sete anos, neta de sua esposa. Os crimes teriam se repetido ao longo de dois anos.

Os abusos foram descobertos nessa segunda-feira (24), quando o pai da criança desconfiou de uma atitude, questionou a menina e ela acabou contando tudo que sofria.

Durante dois anos, o marido da avó abusou sexualmente da criança diversas vezes, tanto na casa dele, quanto na casa dela, ambas em Cuiabá.

A menina e o irmão ficam na casa da avó enquanto os pais trabalham e o suspeito usava uma técnica para ficar sozinho com a menina: dava o celular para o irmão ficar assistindo algo distraído e levava a menina para o quarto.

O pai questionou o padrasto o motivo de voltarem para pegar um prendedor se a menina já estava com dois no cabelo, mas o padrasto desconversou.

Ele, então, questionou a criança, que contou a verdade.

Os abusos

A menina contou que o marido da avó disse que “queria fazer na sua casa”, mas ela disse que “na sua casa não”. Só então a menina revelou ao pai que vinha sendo abusada sexualmente pelo padrasto dele há aproximadamente dois anos.

Que ele entregava o celular para distrair o irmão e a levava para a cama, dizendo que iria ensinar a ela o mesmo que o pai fazia com a mãe dela.

Ela disse, ainda, que o marido da avó tocava nas partes íntimas dela e a obrigava a tocar no órgão genital dele, praticar sexo oral e se esfregava nela.

Segundo relato da própria vítima, por quatro vezes, os abusos aconteceram na casa dela, as outras foram na casa do suspeito.

Fuga e prisão

O suspeito fugiu imediatamente, mas foi encontrado pelo pai da menina no outro dia, na casa de um amigo, no Bairro Jardim Fortaleza, em Cuiabá. Ele foi detido até a chegada da Polícia Militar.

Moradores quase o lincharam ao saber do ocorrido. Os policiais tiveram que retirá-lo rapidamente do local para impedir o linchamento.

Consta no boletim de ocorrência que ele já tinha uma passagem pelo artigo 213 no ano de 1994.

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